quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Urso

O amor é uma ilusão sem a qual não sabemos viver.

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sábado, 10 de outubro de 2009

NÃO RECOMENDO

A Jo também erra às vezes. Foi ela quem me indicou os livros da editora DIGERATI, pois tem um conhecido que trabalha lá.
Estava a procura de livros de informática, entrei no site da editora e realizei a compra. Recebi, então, o e-mail confirmando que o pagamento foi "concluído com sucesso". Isso no dia 23 de setembro. O valor que paguei incluía sedex, garantindo a entrega em até 3 dias, considerando que a editora fica em São Paulo e o destino era Presidente Venceslau.

Por estar no Paraná, alterei o destino para que a compra chegasse mais rápido por ser no mesmo Estado. E como ia visitar meus pais, aproveitaria para pegar os livros.
Acontece que até o dia 06 de outubro nada dos livros chegaram. Entrei em contato e me garantiram que até o dia 09 estariam nas minhas mãos. Porém......tchan tchan tchan tchan: eu não recebi nada até agora.

Já esperava que não entregassem no tempo garantido, porém já se passaram quase 20 dias e nada!
Como jornalista e como consumidor fica a minha dica: eu não recomendo o serviço. Gravem esse nome: DIGERATI.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Eu recomendo!

Descobri esse site através do blog da Revista TPM. Para quem é descolada (de verdade), vale a pena conferir o www.groselha.art.br. Lá você encontra desde roupas a acessórios e objetos de decoração.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Prestíssimo, a pizzaria

Há mais de 20 anos na Alameda Joaquim Eugênio de Lima, a charmosa casa serve pizzas com massa crocante acompanhadas de chopes premiados. Uma combinação perfeita para ser apreciada nas mesinhas da extensa calçada que faz parte do espaço dos três sobrados que a pizzaria ocupa. Uma das exclusividades é a pizza Capricho com cobertura de mussarela, cogumelo trifolati italiano, queijo brie e presunto cru, criação dos proprietários e irmãos Alexandre e Henrique Levy para aguçar o paladar dos amigos. É caro, mas vale cada centavo.

Pizza Bar Prestíssimo
Al. Joaquim Eugênio de Lima, 1.135
(esquina com a rua Saint Hilaire)
Jd. Paulista - São Paulo


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Roupa Nova

Roupa Nova. Recebi essa dica da minha irmã Jô: a cada peça comprada, doe uma do seu guarda-roupa para alguém. Passe para frente uma peça antiga ( e conservada) e faça uma pessoa feliz.
Um dia você abre seu armário e lembra que tem um monte de roupa nova que ainda não usou. Mais as semi-novas que raramente usa. E as “batidas” de sempre.
Pelo menos eu tenho um roll de peças preferidas e no final de cada look montado para sair, diante de tantas escolhas, acabo optando pelas “batidas” de sempre. Com sapatos e sandálias é assim também. Há pelo menos 3 pares que você usa mais.

Desde 2007 eu tenho agido assim. Foi quando nos encontramos e a Jô fez uma limpa no guarda-roupa e levei para casa 3 blusas que ela não queria mais. Conheço pessoas que separam estas peças e trocam com amigas. Outras fazem bazar e até lucram um dinheirinho. Há até quem venda pela internet. Mas eu prefiro mesmo é separar e dar para alguém que precisa e que eu sei que vai usar.
Ultimamente tenho repassado para a moça que limpa o apartamento do meu namorado. Vocês não imaginam como eu fiquei contente, quando um dia ao passar na casa dela, vi que ela estava usando o tênis e a calça jeans que eu ofereci.

Vai uma dica para você não abarrotar seu guarda-roupa e otimizar mais o uso daquilo que não está usando.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Achado

Frase que tem tudo a ver com meu atual momento "gulosa":

Quando o garçom nos perguntou se queríamos a pizza cortada em 4 ou 8 pedaços, eu disse para o meu namorado: "Quatro. Benhê, acho que não serei capaz de comer mais do que 2 pedaços".

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domingo, 30 de agosto de 2009

Tudo vale a pena quando você tem amigos!

Este tipo de pose é muito familiar. Quantas lembranças não registramos assim?

Um brinde às minhas poucas e recorrentes amigas.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Felicidade

Às vezes a gente fica cega e não percebe que deixou a rotina tomar conta da sua vida. Eu sei que este cantinho ficou para segundo plano por vários meses, um pouco triste admitir que deixei isso acontecer, pois cada comentário que chega até a gente é sinal de que não falamos sozinhas.

Hoje eu consigo viver de novo, consigo sair para correr, ir a academia, dormir sem me sentir cansada, ir pintar as minhas unhas, paquerar umas vitrines, ler um livro, enfim, fazer algumas coisas por mim.

Entre altos e baixos, alegrias e frustrações, pelo menos algo a gente aprende: uma pessoa pode ganhar muito bem e ser detentora de um prestígio por causa da função que ocupa, porém não ter motivação nenhuma se a gestão for ineficaz.
Pessoal, hoje estou muito feliz. E quando a gente está feliz não só abraçamos e beijamos quem gostamos. Levantamos o pezinho também.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Eu sou o homem da relação

Boazinha, não. Insensível, talvez. Há anos venho pregando amor livre aqui e nas minhas relações. Nada de cobrança, perseguição, neurose. Tenho um grande amor, sim. Abri mão dele duas vezes e 1/2 porque sou o homem nessa história. No meu papel de marido, não tenho paciência para muitas coisas e prefiro levar minha vida de maneira mais libertária. Não tenho medo de amar, nem de perdê-lo, pelo contrário, isso não existe. Me jogo de cabeça na piscina vazia. Abro mão. Prefiro eternizar esse sentimento.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Temporariamente fora de serviço

Estamos de férias!!!

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domingo, 12 de abril de 2009

Amor não se pede

Por Tati Bernardi
Se implorar resolvesse, não me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo. Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo: pularia pelada de bungee jump. Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer espírito.
Mas amor não se pede, imagine só. Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso. Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso. Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não. Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira. É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos. Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema? Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei.
Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto. Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar. Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia. Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta. Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem.
É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa. É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida.
É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto amargurado. É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer, implorar. É triste lembrar como eu ria com ele. Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe.

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terça-feira, 3 de março de 2009

Conclusão

Ontem assisti na TNT o filme "Como perder um homem em 10 dias" para ver se aprendia alguma coisa. Conclui que consigo perder em bem menos tempo!

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A Lição Mais Importante

Gostei tanto desse texto do Alex Castro, que resolvi reproduzí-lo aqui.

Quando eu era jovem e muito rico e, depois, quando era menos jovem e bem menos rico, eu tinha essa idéia meio preconceituosa de que era preciso muito dinheiro para se viver. No meu mundo, tudo era muito caro: bastava uma aritmética simples para concluir que só ganhando muito, muito dinheiro para manter aquele estilo de vida.

Buscando essa quimera, montei uma empresa e, logo depois, fali. Meu pai e minha mãe não estavam em condições de me ajudar financeiramente com nada. Fui morar com a esposa na casa da minha mãe, e pagando aluguel, ainda por cima. Vendi o carro e fiquei a pé pela primeira vez desde os 17 anos, uma experiência bem mais emasculante do que eu imaginaria.

Então, abri o jornal de domingo e fui procurar um modo de ganhar dinheiro. A demanda por professores de inglês era gigantesca e eu estava em posição ideal de supri-la. Passei dois meses espalhando currículos até obter a primeira resposta. Tinha dias que eu pegava mais de oito, nove ônibus pra dar duas ou três aulas em pontos diferentes da cidade. Foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido.

Percebi que não precisava ter medo da vida. Não são necessários R$ 15.000 por mês para ser feliz. Com poucas horas de aulas em dias alternados da semana eu já conseguia ganhar o suficiente para pagar minhas contas básicas - e viver como um bicho, é verdade, mas sem depender de ninguém e saqueando a biblioteca da PUC. Se e quando eu precisasse de mais dinheiro, bastava encher progressivamente os outros horários. Além disso, minha reputação na praça ainda era boa o suficiente para que trabalhos de consultoria surgissem esporadicamente aqui e ali.

Essa certeza de que eu conseguia me sustentar sozinho (e com esforço mínimo) foi talvez a revelação mais importante da minha vida.

As pessoas acham que precisam se escravizar dez horas por dia em um escritório sem janelas para poder viver. Que o único modo de terem tranqüilidade na vida, de serem consumidores, de garantirem sua velhice, é vendendo a alma ao mercado de trabalho.

Não é verdade. E isso não é vida.

Se a sua vida é isso, você quer viver pra quê?

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A peça rara

Conheço uma mulher que passa o tempo todo tramando para os outros. Talvez ela esteja esperando que um homem apareça e a faça viver de verdade. Enquanto isso, ela contamina todo o ambiente: fala mal dos outros pelas costas, puxa o saco do chefe e de quem mais puder. Ela não tem amigos, interesses, nem carreira. Seu único desejo é se sentir a custo do sofrimento dos outros. Fico imaginando em algo que lhe possa trazer alegria.
Será que ela não gosta de ler, de ouvir música, fazer caminhada, não se interessa por sexo? Será que não existe nada além do que causar intrigas?
Quanto tento imaginar o que ela faz nas horas livres, só consigo vê-la sentada no sofá, com a TV ligada, olhando pela janela a espera de algo para se satisfazer.

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